mardi 18 janvier 2011

Cavaco fez ameaça de crise para abrir portas aos partidos de direita

Alegre diz que Cavaco fez ameaça de crise para abrir portas aos partidos de direita

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http://sic.sapo.pt/online/video/informacao/noticias-pais/2011/1/alegre-diz-que-cavaco-fez-ameaca-de-crise-para-abrir-portas-aos-partidos-de-direita13-01-2011-04154.htm

Alegre com recepção calorosa em Braga


Alegre com recepção calorosa em Braga, sem Mesquita Machado mas com carteiristas


http://videos.sapo.pt/OVf6v5PFwp5cjDa2zjan

Manuel Alegre teve hoje uma receção calorosa em Braga, em que esteve ausente o presidente da Câmara Municipal, o socialista Mesquita Machado, mas em que os carteiristas marcaram presença.
Manuel Alegre é apoiado nesta sua corrida a Belém pelo PS e pelo Bloco de Esquerda – e os bloquistas, nestes últimos anos, em Lisboa ou em Braga, têm feito fogo cerrado contra os negócios da “Bragaparques” e contra os métodos autárquicos de Mesquita Machado,
Na receção a Alegre, compareceu em representação do poder autárquico o vice-presidente da Câmara de Braga, Vítor Sousa, que justificou a ausência de Mesquita Machado por, alegadamente, ter “compromissos e audiências”.
Alegre procurou desvalorizar a ausência de Mesquita Machado: “Não sei se o presidente da Câmara está aqui ou não, mas o povo de Braga está aqui comigo”, respondeu.
Pelas ruas do centro de Braga, com os tradicionais bombos a abrirem o caminho, Manuel Alegre foi abraçado e beijado por populares, ouvindo incentivos para “a segunda volta” das eleições presidenciais.
A meio do percurso Alegre comprou castanhas assadas, mas aquilo que aconteceu logo depois foi “castanhada” a sério com a aparição dos carteiristas.
Um carteirista foi apanhado mesmo antes de pôr a mão na mochila de uma jornalista de rádio e fizeram-lhe “justiça de Fafe”. Atiraram-no ao chão e deram-lhes bofetadas e pelo menos um pontapé.

In SAPO, porRita Afonso com Lusa,18 de Janeiro de 2011.

Só faltam três semanas


Caros camaradas, caros amigos.
Há já bastante tempo que trabalhamos para que Manuel Alegre, candidato às eleições Presidenciais de 22 e 23 de Janeiro 2011, apoiado desde o início pelo Parido Socialista e pelo Bloco de Esquerda e depois por outros partidos de esquerda.
Tivemos o grato prazer da sua visita a França.
Em Paris, num memorável jantar depois das visitas oficiais, a Bertrand Delanoë, a Harlem Désir e privada a Leonel Jospin, mas também nos arredores de Bordéus, em Leogan, onde foi recebido pelo Presidente da Câmara e pelos militantes socialistas e outros apoiantes, Manuel Alegre teve a ocasião de apreciar a solidariedade dos dirigentes franceses e de expressar as sua opiniões (muitas vezes em francês) que foram largamente aplaudidas por todos, de tal modo é límpido e coerente o seu discurso e de tal modo é Presidencial a sua postura.
No último dia em Pontault-Combault, num ambiente associativo, perante uma centena de compatriotas, e de todos os principais autarcas Vila e da Região assim como alguns apoiantes vindos do Este da França, da Bélgica e da Holanda, assistimos a um almoço inesquecível, onde o grupo coral da associação (ASPC) cantou alguns poemas de Manuel Alegre comovendo todos os presentes. Aí, mais uma vez o nosso candidato, demonstrou o seu valor num discurso digno dos grandes momentos.
Numa campanha incansável aonde tudo o que deve ser dito se diz, Manuel Alegre vai angariando confiança dia após dia. Apesar da distância podemos observar o crescer do entusiasmo dos seus apoiantes e o nervosismo inquieto dos seus principais adversários.
Sábado 22 e Domingo 23 não deixemos correr o destino, vamos VOTAR.
Cavaco Silva pede a maioria à primeira volta para não perder.
Nós vamos VOTAR para ir à segunda Volta e GANHAR!
Aurélio Pinto
Secretário Coordenador da Secção do PS Português de Paris.
Mandatário de Manuel Alegre em França.

Cavaco “está a dizer ou eu ou o caos”


Depois de ter afirmado que as eleições traduzem “uma luta de vida ou de morte pela democracia nacional”, Alegre acusou Cavaco de “estar a dizer: ou eu ou o caos”. A campanha percorre hoje o distrito de Braga.
Dezenas de pessoas aguardaram esta manhã, sob chuva miudinha, a chegada de Manuel Alegre à Praça da República, em Braga. Os aplausos animaram Alegre, que, numa tenda montada no local, sublinhou que está a “encontrar cada vez mais um genuíno apoio popular”, recordando que ontem à noite lotou “a mesma sala [em Vila Real] onde também estiveram Cavaco Silva e Passos Coelho”. Num breve discurso, aproveitou ainda para acusar Cavaco de querer dramatizar esta campanha: “Há um candidato que está a dizer: ou eu ou o caos. E isso é populismo”, disse, embora na noite anterior, em Vila Real, tenha considerado que estas eleições são “uma luta de vida ou de morte pela democracia nacional”. Atacou ainda o candidato apoiado pelo PSD e CDS de “insultar os adversários” e de fazer “uma campanha azeda”, ao contrário da sua candidatura, que prossegue uma “campanha democrática e política”. “Eu não mando afastar os professores que vêm ter comigo. Não respondemos com mangueiradas e cargas policiais”, continuou.Alegre não deixou ainda de repetir, tal como tem feito em vários comícios, que não teve de “fazer exame à democracia”, apesar de ser “um homem que se engana, que comete erros”.
18.01.2011 – In Público, por Maria José Oliveira

'Esta é uma luta de vida ou de morte para a democracia'

Manuel Alegre dramatizou hoje o discurso em torno dos resultados das eleições do próximo dia 23, defendendo «que esta é uma luta de vida ou de morte para a democracia tal como ela está na Constituição».
«Não se trata de eleger Manuel Alegre, trata-se de eleger a democracia», defendeu o histórico socialista, num comício realizado esta noite em Vila Real, insistindo que a reeleição do actual Presidente da República deixará em perigo o Estado social.
Perante uma casa cheia no teatro municipal da cidade, o candidato presidencial voltou a lembrar os mandatos de Cavaco Silva como primeiro-ministro, referindo que «houve cargas policiais contra os estudantes, contra os trabalhadores, contra os polícias». Alegre diz que este é um cenário que pode regressar. «É muito fácil, com a tradição que tem a direita portuguesa, resvalar-se para várias formas de autoritarismo», alertou, apontando para uma situação de «caricatura da democracia».
In Sol, por Susete Francisco,18/01/2011

“Não quero Portugal de joelhos perante o FMI”


Alegre defende que o País tem que resistir aos que “suspiram” pelo FMI, por não terem “coragem” de propor esses sacrifícios aos portugueses.
Manuel Alegre não se sente "refém" de ninguém e recusa que uma eventual derrota nesta eleição possa ter consequências para o Governo de José Sócrates, que o apoia. Quanto à entrada ou não do FMI, continua a dizer, numa entrevista escrita ao Diário Económico, que não quer Portugal "de joelhos perante ninguém".
Uma derrota da sua candidatura terá consequências para o Governo e José Sócrates? Não há vencedores antecipados. E não se pode confundir eleições presidenciais com eleições legislativas.
O que pode fazer o Presidente para alargar a estabilidade política do Governo? Não é esse o papel do Presidente. Os apoios políticos de qualquer governo são obtidos no quadro parlamentar. O papel do Presidente é ser um moderador político e social e dialogar com todas as forças políticas e todos os parceiros sociais para garantir a qualidade da democracia e incentivar o desenvolvimento do País.
Tem recusado a entrada do FMI. Que consequências pode o Presidente retirar desse falhanço? Portugal tem capacidade para resolver os seus problemas e honrar os seus compromissos sem a ajuda do FMI. É tempo de resistir, não de desistir. Quem suspira pelo FMI são aqueles que defendem os sacrifícios desproporcionados que o FMI exige, mas não têm coragem de os propor directamente ao eleitorado.
In DE, por Márcia Galrão, 18/01/2011

Se fosse o funeral de um bancário Cavaco não faltaria

O candidato presidencial Manuel Alegre voltou hoje a criticar a ausência de Cavaco Silva no funeral do Nobel da Literatura José Saramago, afirmando que «se fosse de um dono de um grande banco ele não teria faltado».
A crítica a Cavaco Silva por não ter ido às cerimónias fúnebres de José Saramago é uma ideia que Manuel Alegre tem repetido em diversos discursos durante a campanha eleitoral, mas hoje o candidato presidencial foi mais longe.
«Se calhar, se fosse de um dono de um grande banco ele não teria faltado», atirou, considerando que um Presidente da República «não falta à chamada».
In Digital / Lusa, 17/01/2011